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Crítica | Os Sete Magníficos (2016)

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  • De: Antoine Fuqua
  • Com: Denzel Washington, Chris Pratt, Ethan Hawke
  • 2h13min

Um género pouco usual hoje em dia, mas que tem vindo a regressar ao grande ecrã com títulos ocasionais com um brilho e uma nostalgia evidentes. Relembro o grande Slow West do ano passado com uma brilhante interpretação de Fassbender e um tom trágico e cativante para chamar a atenção para este regressar do Western aos tempos modernos. Os Sete Magníficos é então nada mais nada menos do que uma fusão interessante entre o estilo mais clássico, mais cru e agressivo com um tom mais apelativo, ligeiro e simpático que transparece no carisma de Denzel Washington e de Chris Pratt. O primeiro é aqui uma espécie de Django, de guerreiro e herói que se impõe perante a injustiça e protege os que mais precisam e melhor lhe pagam, ao passo que o segundo tira partido da sua irreverência e carisma para dar um tom mais ligeiro à história.

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É, portanto, o elenco d’ Os Sete Magníficos que mais chama e cativa a nossa atenção, com nomes sonantes que brilham num autêntico espetáculo de emoções, tiros com um desenlace muito característico de um western e uma narrativa que procura causar um impacto maior do que mero entretenimento. É um filme simples, sem grandes alaridos e originalidades, mas que nos conquista pela química fantástica entre as várias personagens, autênticos forasteiros que vagueiam por aquelas terras, carregando os fardos do passado e não só e uma causa nobre para proteger uma população da tirania de um homem que tirou tudo a todos. Destacam-se Denzel e Pratt, mas também Ethan Hawke e Vincent D’Onofrio dão os seus passos nesta história intensa de vingança e de heroísmo. Um facto curioso é a presença da bela Haley Bennett, com três participações durante o mesmo ano nos cinemas (Hardcore Henry, A Rapariga no Comboio e Os Sete Magníficos), que se apresenta nesta história como a motivação e o símbolo da força de uma população aterrorizada e devastada pelo medo e angústia.

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Para os fãs do género, mais adultos e até mesmo para os mais jovens, a energia e ambição d’Os Sete Magníficos tornam a história numa empolgante aventura que nos prende à cadeira com grandes momentos carregados de acção e um conjunto de personagens muito especiais que conferem um aspecto mais heroico, perigoso e atractivo à trama. A história de Antoine Fuqua tem os elementos tradicionais dos westerns mais clássicos e brilha ao mesmo tempo como uma empolgante história de acção. Uma aventura dos tempos modernos com um cruzamento interessante entre momentos mais pacíficos e ligeiros e momentos mais épicos e carregados de emoção.

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Fuqua não brilha nem surpreende com este western moderno, mas deixa uma marca notável e muito agradável, com uma aventura empolgante e fantástica com uma envolvente história muito apelativa que conjuga os traços típicos dos westerns com as grandes interpretações de Pratt, Washington e Hawke.  Os Sete Magníficos é uma aventura para mais crescidos e para um público mais jovem, que tira partido do carisma do elenco principal e da energia e momentos mais emocionantes para entreter e criar uma experiência viva e eficaz com um pouco de nostalgia aqui e acolá e muita acção e grandes sequências para os aficionados do género.

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