Crítica / Prémio MOTELX Melhor Curta Portuguesa 2016 | Post-Mortem (2016)

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A curta-metragem de Belmiro Ribeiro e com argumento de João Santos, Post-Mortem é uma curiosa e trágica história sobre obsessão, amor e arte. A vida de um fotógrafo que perdeu o amor pela sua arte e que reencontrou a inspiração ao captar as expressões nos rostos de vítimas mortais. Daí em diante, o fascínio e obsessão do fotógrafo atinge contornos doentios e inesperados. Post-Mortem brilha com uma fotografia repleta de planos misteriosos em que as sombras e o tom mais escuro lhe conferem um carácter mais aterrorizante. Esta é uma curta qur se distingue pelo estranho fascínio do protagonista e pela sua personalidade obscura. Um filme em que a maior parte da acção se desenrola no interior de um pequeno estúdio, perante o qual é fácil sentirmo-nos desconfortáveis, fruto da personalidade invulgar e perigosa do protagonista. Uma curta com boas interpretações de dois actores que vivem uma relação meio conturbada e incerta e com um estilo muito pessoal e cativante.

O MELHOR: A personagem principal. Os belos planos com um tom escuro e sombrio. A história macabra e doentia capaz de provocar uma ligeira sensação de desconforto.

O PIOR: Nada de relevante a mencionar.

stars_16



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