Crítica / Prémio MOTELX Melhor Curta Portuguesa 2016 | A Caverna (2016)

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Uma situação surreal e experimentalista num cenário familiar… A Caverna de Edgar Pêra é uma experiência surreal que coloca numa sala de cinema um grupo de espetadores, encurralados durante o que parece ser uma série de dias. O filme tira partido de efeitos visuais e de uma história quase que bizarra para provocar desconforto na plateia e de uma série de efeitos sonoros meio psicadélicos. As personagens dispõem-se numa série de planos obscuros a desempenhar acções meio tresloucadas e estranhas e as interpretações baseiam-se sobretudo em expressões e acções que procuram dar a ideia de desespero e loucura. Para os adeptos do terror alternativo, é um trabalho original e experimental que se sobressai por interpretações peculiares e uma fotografia que procura enaltecer o seu aspecto mais bizarro e surrealista.

O MELHOR: A fotografia, os planos estranhos e bizarros e os efeitos visuais e sonoros. As interpretações do elenco que oferece uma série de expressões e reacções bizarras.

O PIOR: A falta de uma narrativa que permita captar e segurar a atenção dos espetadores.

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