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Memórias de uma Cassete #1 | Jumanji (1995)

videotapejumanjiGuilty pleasure time! Se houve cassete que eu vi e rebobinei vezes sem conta quando tinha 8,9 anos foi sem dúvida alguma a do filme JUMANJI (1995). Um filme que, se fosse visto anos mais tarde, poderia não ter o impacto que teve em mim mas que acabou por se tornar num dos meus favoritos quando era mais pequeno. Talvez por ter como referência os clássicos da Disney, toda a aventura de JUMANJI se tornou num espetáculo de pirotecnia que eu via e revia…

Posso dizer com toda a certeza que foi aqui que começou a minha admiração por Robin Williams que brilhou em tantos outros filmes, entre os quais os marcantes Clube dos Poetas Mortos e O Bom Rebelde.

Robin Williams que interpretou inúmeras personagens em filmes marcantes para a malta mais nova e que até foi um Peter Pan adulto no filme Hook, de Steven Spielberg… Em JUMANJI interpreta Alan, o homem que é libertado do estranho jogo de tabuleiro que nos transporta para um mundo ‘selvagem’ e que é obrigado a jogar mais uma vez quando duas crianças encontram o jogo e decidem jogar. Assim que o jogo começa é impossível sair e quando criaturas da selva invadem a cidade e o mundo como o conhecemos, cabe aos três salvar tudo e todos, terminando o jogo.

Para miúdos e graúdos, JUMANJI é uma aventura em larga escala com a ‘natureza’ à solta pela cidade que, passados 20 anos desde a sua estreia, pode ter perdido algum do brilho de outrora mas continua a ser relembrado, sobretudo por aqueles que o viram nos primeiros anos, e está já nos planos da Sony um regresso ao grande ecrã. Uma coisa é certa, 20 anos se passaram e muita coisa mudou, sobretudo no que diz respeito ao uso de CGI nos filmes, mas a verdade é que, pelo menos para mim, a invasão da selva que foi já alvo de uma adaptação para o espaço chamada Zathura, continua a ter o brilho que sempre teve, mesmo que agora veja cinema com ‘outros olhos’, ao ser um regresso ao passado, aos tempos de infância em que animais na cidade e um jogo mágico eram razões mais-que-suficientes para me prenderem ao sofá.

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